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	<title>Artigos Semanais &#8211; Instituto Cafeína</title>
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	<description>Conheça os nossos materiais de estudo e prática clínica e seja o profissinal que o seu paciente merece.</description>
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		<title>Vírus Sincicial Respiratório: Entenda a Gravidade e os Riscos do novo Vírus</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/virus-sincicial-respiratorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 14:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vírus respiratórios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>VSR: Entenda a Gravidade e os Riscos do Vírus Sincicial Respiratório O VSR é mais comum do que se imagina ... <a class="cz_readmore" href="https://institutocafeina.com/site/virus-sincicial-respiratorio/"><i class="fa fa-sign-out" aria-hidden="true"></i><span>Read More</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #dc4c46;">VSR: Entenda a Gravidade e os Riscos do Vírus Sincicial Respiratório</span></h3>
<figure style="width: 406px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fpfarma.com.br%2Fblog%2F8314-virus-sincicial-respiratorio-vsr.html&amp;psig=AOvVaw1J6nUJ1aoK-i-jJIC1fFvo&amp;ust=1722523454497000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;opi=89978449&amp;ved=0CBEQjRxqFwoTCIC03YfC0YcDFQAAAAAdAAAAABAj" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="" src="https://pfarma.com.br/images/noticias/virus-sincicial-respiratorio-vsr-crianca-bebe.jpg" alt="Vírus Sincicial Respiratório (VSR): Entenda o que é, sintomas, complicações  e tratamento - PFARMA" width="406" height="228" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Vírus Sincicial Respiratório (VSR)</figcaption></figure>
<p>O <strong>VSR</strong> é mais comum do que se imagina e altamente contagioso. Embora o nome não seja muito conhecido, o <strong>Vírus Sincicial Respiratório</strong> não é um vírus novo. Ele circula junto com outros vírus respiratórios, como a gripe e a COVID-19, e apresenta sérios riscos à saúde, especialmente para os grupos de risco.</p>
<p>Conforme divulgado no Boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (<a href="https://portal.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">Fiocruz</a>), a crescente circulação do VSR gerou um grande aumento da incidência e mortalidade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças de até dois anos de idade e idosos acima de 60 anos, ultrapassando as mortes associadas à COVID-19.</p>
<p>Com sintomas parecidos, os casos de VSR e de Influenza têm crescido no Brasil nas últimas semanas, principalmente no período de outono/inverno. O VSR acomete com muita frequência os bebês pequenos.</p>
<p>Segundo o presidente do <a href="https://www.sbp.com.br/departamentos/infectologia/" target="_blank" rel="noopener">Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria</a> (SBP), Marco Aurélio Sáfadi, “ele tem uma alta prevalência nesse período da vida. Tanto é que os estudos mostram que até que a criança complete um ou dois anos de idade, mais de 95% delas já terão sido expostas a esse vírus”.</p>
<h3><span style="color: #dc4c46;">Sintomas e Contaminação</span></h3>
<p>Os modos de contaminação do VSR são os mesmos da gripe, e os sintomas podem ser leves ou graves, durando até 2 semanas: febre, tosse, cansaço, coriza, congestão, espirros, dor de cabeça, dor de garganta, cianose (coloração azulada da pele), respiração com ruídos, respiração rápida e dificuldade de respirar.</p>
<p>Entre os idosos, tanto o vírus da Influenza quanto o do VSR pode ser problemático. Ambos provocam quadros parecidos, difíceis de serem distinguidos. Mesmo que se esteja adotando todas as medidas para manter uma boa saúde, o sistema imunológico tende a enfraquecer com a idade.</p>
<h3><span style="color: #dc4c46;">Complicações em Idosos</span></h3>
<p><strong>A infecção pelo VSR em adultos acima de 60 anos traz complicações graves</strong>, como pneumonias e o agravamento de condições já existentes, como piora dos sintomas de asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e insuficiência cardíaca. Essas complicações não apenas pioram o quadro clínico, mas também demandam cuidados médicos especializados imediatos.</p>
<p>Mesmo após a recuperação, o VSR pode ocasionar uma perda prolongada da capacidade física ou emocional em alguns idosos. Esses desafios a longo prazo podem impactar relacionamentos, atividades sociais e até a capacidade para dormir.</p>
<p>No Brasil, 1 em cada 5 pacientes com 60 anos ou mais pode vir a óbito. Algumas pessoas que foram hospitalizadas devido ao VSR podem necessitar de outra hospitalização dentro de 6 meses após receberem alta.</p>
<h3><span style="color: #dc4c46;">Conclusão</span></h3>
<p>O VSR é uma doença que precisa ser mais divulgada e não deve ser subestimada. Os riscos associados ao vírus são sérios, especialmente para crianças pequenas e idosos. A conscientização sobre a importância de medidas preventivas e o reconhecimento dos sintomas podem ajudar a reduzir a incidência e a gravidade dos casos.</p>
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		<title>Multivitamínicos: Pesquisadora Esclarece Necessidades e Alerta sobre os Riscos</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/multivitaminicos-necessidades-e-riscos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 18:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe aqueles multivitamínicos que prometem 100% da recomendação diária de todos os micronutrientes? Será que eles realmente funcionam e são ... <a class="cz_readmore" href="https://institutocafeina.com/site/multivitaminicos-necessidades-e-riscos/"><i class="fa fa-sign-out" aria-hidden="true"></i><span>Read More</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aqueles multivitamínicos que prometem 100% da recomendação diária de todos os micronutrientes? Será que eles realmente funcionam e são necessários para todos?</p>
<blockquote><p>“Muitas pessoas acreditam que tomar multivitamínicos garante proteção contra diversas doenças. No entanto, não é bem assim”, alerta a Dra. Juliana Severo, nutricionista e doutora em Alimentos e <a href="https://institutocafeina.com/site/professora-da-ufpi-obesidade-e-nutricao/">Nutrição</a>.</p></blockquote>
<h4>O Uso Indiscriminado de Multivitamínicos</h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3712" src="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.26.52-300x123.png" alt="vitaminas e minerais" width="415" height="170" srcset="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.26.52-300x123.png 300w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.26.52-600x247.png 600w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.26.52.png 742w" sizes="(max-width: 415px) 100vw, 415px" /></p>
<p>Segundo a Dra. Juliana, muitas pessoas consomem multivitamínicos sem a orientação de um profissional, esperando melhorar a saúde, fortalecer ossos, turbinar o cérebro e cuidar do coração.</p>
<p>Há também a crença de que esses suplementos podem prevenir problemas cardíacos, estresse, depressão, inflamações, câncer e perda de memória. Durante a pandemia, o consumo de vitamina C, vitamina D e zinco aumentou, com a ideia de que poderiam fortalecer o sistema imunológico.</p>
<p>No entanto, as evidências científicas não confirmam esses benefícios de forma definitiva.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">Riscos do Consumo Excessivo</span></h4>
<p>Exagerar na suplementação pode trazer problemas de saúde. “O consumo excessivo de vitaminas e minerais pode causar efeitos adversos”, explica Dra. Juliana. Entre os problemas estão queda de cabelo, problemas de pele e até aumento do risco de câncer de pele, próstata e diabetes.</p>
<p>Portanto, é crucial evitar a automedicação e buscar orientação profissional antes de iniciar qualquer suplementação.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">Quem Realmente Precisa de Multivitamínicos?</span></h4>
<p>Certos grupos de pessoas podem realmente se beneficiar da suplementação de multivitamínicos, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Crianças</strong>: Em fases de crescimento rápido, as crianças podem necessitar de suplementos para garantir o desenvolvimento adequado.</li>
<li><strong>Grávidas e Lactantes</strong>: Necessitam de doses extras de certos nutrientes para o desenvolvimento saudável do bebê e para manter sua própria saúde.</li>
<li><strong>Idosos</strong>: Com a idade, a absorção de nutrientes pode diminuir, justificando a necessidade de suplementação.</li>
<li><strong>Pessoas com Deficiências Nutricionais</strong>: Indivíduos com certas condições médicas, dietas restritivas ou após cirurgias como a bariátrica podem precisar de suplementação.</li>
</ul>
<h4><span style="color: #dc4c46;">A Importância da Biodisponibilidade</span></h4>
<p>Os minerais são ingeridos na forma inorgânica através da alimentação, mas nessa forma estão mais suscetíveis a interações com outros nutrientes, o que pode reduzir sua absorção. O mesmo ocorre com suplementos alimentares que contêm minerais na forma inorgânica, como cloretos, sulfatos, carbonatos e óxidos.</p>
<p>“Esses minerais têm menor biodisponibilidade, ou seja, uma menor capacidade de absorção pelo corpo”, destaca Dra. Juliana.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">Suplementação com Minerais Quelados</span></h4>
<p>Para melhorar a absorção, busca-se a suplementação por meio de minerais quelados ou orgânicos. Esses compostos têm uma maior biodisponibilidade, atendendo melhor às demandas fisiológicas dos tecidos orgânicos.</p>
<p>Antes de iniciar a suplementação de multivitamínicos, é essencial fazer escolhas informadas e consultar um profissional de saúde.</p>
<p>A suplementação inadequada pode trazer mais malefícios do que benefícios, e a orientação de um nutricionista ou médico é fundamental para garantir que as necessidades nutricionais sejam realmente atendidas sem riscos para a saúde.</p>
<p><span style="color: #dc4c46;"><strong>Quem é a Dra. Juliana Severo?</strong></span></p>
<figure id="attachment_3711" aria-describedby="caption-attachment-3711" style="width: 213px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://https://www.instagram.com/julianaseverodra/"><img decoding="async" class="wp-image-3711" src="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.22.24-259x300.png" alt="Dra. Juliana Severo" width="213" height="246" srcset="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.22.24-259x300.png 259w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-29-as-15.22.24.png 578w" sizes="(max-width: 213px) 100vw, 213px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3711" class="wp-caption-text">Dra. Juliana Severo</figcaption></figure>
<p><strong>Dra. Juliana Severo</strong> é nutricionista e doutora em Alimentos e Nutrição, Pesquisadora vinculada à UFPI (Pós-doutoranda), +80 publicações de artigos científicos <a href="http://lattes.cnpq.br/9519314794910763" target="_blank" rel="noopener">(Acesse aqui o Lattes)</a> em revistas internacionais e nacionais, possui mais de 1732 citações em artigos, além de mentora de profissionais da saúde que buscam a qualificação para entrar em programas de pós-graduação. CRN-11 6294.</p>
<p><span style="color: #dc4c46;"><strong>Talvez você queira conhecer: Manual Prático para A Suplementação de Micronutrientes</strong></span></p>
<p><a href="https://edzz.la/WS5K4?a=85563179&amp;utm_source=artigojuliana&amp;utm_medium=artigojuliana&amp;utm_content=artigojuliana&amp;utm_campaign=artigojuliana&amp;redirecionar=S" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3729" src="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar-300x94.png" alt="" width="513" height="161" srcset="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar-300x94.png 300w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar-768x242.png 768w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar-600x189.png 600w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar-750x236.png 750w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/Prancheta-1-copiar.png 1024w" sizes="(max-width: 513px) 100vw, 513px" /></a></p>
<p><strong>Isso acontece com você?</strong></p>
<p>“Qual micronutriente pode auxiliar nesse tratamento?”</p>
<p>“Qual a dose segura para suplementar esse nutriente? E se houver intoxicação?”</p>
<p>Agora imagine que você comece a&#8230;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Prescrever vitaminas e minerais com segurança.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Melhorar a clínica do seu paciente de forma assertiva.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aprender sobre cada micronutriente e como suplementar.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Não indicar apenas multivitamínicos com baixa biodisponibilidade.</p>
<p>O <em>Manual Prático para a Prescrição de Micronutrientes</em> é a solução ideal para profissionais da saúde que desejam aprimorar suas habilidades na prescrição de vitaminas e minerais.</p>
<p>Este guia completo oferece informações detalhadas sobre cada micronutriente, suas funções, doses seguras, e os riscos de intoxicação.</p>
<p><span style="color: #dc4c46;"><a style="color: #dc4c46;" href="https://edzz.la/WS5K4?a=85563179&amp;utm_source=artigojuliana&amp;utm_medium=artigojuliana&amp;utm_content=artigojuliana&amp;utm_campaign=artigojuliana&amp;redirecionar=S" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui e adquira o seu</strong></a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 Dicas para aumentar o valor da consulta nutricional</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/consulta-nutricional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 17:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumentar o valor da consulta nutricional enquanto nutricionista é um grande desafio, especialmente se você é recém-formado ou está iniciando ... <a class="cz_readmore" href="https://institutocafeina.com/site/consulta-nutricional/"><i class="fa fa-sign-out" aria-hidden="true"></i><span>Read More</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aumentar o valor da consulta nutricional enquanto nutricionista é um grande desafio, especialmente se você é recém-formado ou está iniciando um consultório novo. A alta concorrência, com milhares de profissionais entrando no mercado anualmente, é um fator extra para superar esse cenário. Se destacar no mercado é essencial para atrair e reter pacientes. Por isso, resolvemos elaborar um guia com dicas valiosas para você aumentar o seu faturamento em consultório e se destacar no mercado.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">1. Diversifique Seus Atendimentos com Materiais Ilustrativos</span></h4>
<p>Uma estratégia eficaz para transformar seus atendimentos e incrementar seus ganhos é o uso de materiais de atendimento ilustrados. Materiais ilustrados, como lâminas explicativas, são ferramentas eficazes para comunicar conceitos de <a href="https://institutocafeina.com/site/professora-da-ufpi-obesidade-e-nutricao/">nutrição</a> de forma didática e visual. Com a introdução de materiais de atendimento, é possível enriquecer suas consultas, abordando uma variedade de temas de maneira criativa e envolvente. Invista em lâminas ilustradas que expliquem temas complexos de forma simples e atrativa. Isso não só facilita a compreensão do paciente, mas também torna a consulta mais interativa e dinâmica.</p>
<figure style="width: 283px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://institutocafeina.com/wp-content/uploads/2022/10/Laranja-2-768x543.png" alt="" width="283" height="200" /><figcaption class="wp-caption-text">Exemplo de Material Ilustrativo para consultas Nutricionais</figcaption></figure>
<h4><span style="color: #dc4c46;">2. Crie um Diferencial Competitivo Usando Lâminas Educativas</span></h4>
<p>Ao utilizar materiais de alta qualidade, você se diferencia no mercado. Utilize materiais exclusivos e bem elaborados para criar um diferencial. Isso pode atrair novos pacientes e fortalecer sua reputação como profissional qualificado.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">3. Aumente o Valor das Consulta Nutricional por Agregar Mais Recursos no Atendimento</span></h4>
<p>Com a adição de materiais explicativos, é possível aumentar o valor das consultas. Os pacientes percebem o valor agregado quando recebem informações detalhadas e claras, o que justifica um preço mais alto. Avalie a possibilidade de reajustar o valor das suas consultas ao introduzir materiais de apoio que agreguem valor ao atendimento. Explique aos pacientes o benefício adicional que eles estão recebendo.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">4. Engaje Mais os Pacientes</span></h4>
<p>Materiais visuais ajudam a manter os pacientes mais engajados no tratamento. Com esse recurso, os pacientes tendem a ficar mais comprometidos com o processo de acompanhamento nutricional. Use materiais que sejam não apenas informativos, mas também visualmente atraentes. Pacientes engajados tendem a seguir melhor as recomendações e a ter melhores resultados, o que pode levar a mais indicações e retorno de pacientes.</p>
<h4><span style="color: #dc4c46;">5. Entenda o Gasto em Materiais Impressos como um Investimento</span></h4>
<p>Embora possa parecer um investimento alto na elaboração e impressão de materiais de atendimento, você pode enxergar isso como um investimento a longo prazo. Um paciente engajado e motivado a seguir o planejamento alimentar será seu paciente por bastante tempo e pagará diversas vezes a consulta, além de indicar seus serviços para outras pessoas. Considere o custo inicial dos materiais como um investimento no seu negócio. O retorno pode ser rápido e significativo se você souber como aproveitar ao máximo esses recursos.</p>
<h3><span style="color: #dc4c46;">Conheça o Guia para Nutris &#8211; Materiais de Atendimento para Nutricionistas</span></h3>
<figure style="width: 458px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://edzz.la/DJNC9?a=85563179&amp;utm_source=5maneiras_blog&amp;utm_medium=5maneiras_blog&amp;utm_content=5maneiras_blog&amp;utm_campaign=5maneiras_blog&amp;redirecionar=S" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://institutocafeina.com/wp-content/uploads/2023/05/GUIA-BLACK.png" alt="consulta nutricional" width="458" height="458" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Lâminas de atendimento nutricional</figcaption></figure>
<p>Para os nutricionistas que desejam transformar seus atendimentos e aumentar o faturamento, o <a href="https://edzz.la/DJNC9?a=85563179&amp;utm_source=5maneiras_blog&amp;utm_medium=5maneiras_blog&amp;utm_content=5maneiras_blog&amp;utm_campaign=5maneiras_blog&amp;redirecionar=S" target="_blank" rel="noopener"><strong>Guia para Nutris </strong></a>é a solução ideal. Este conjunto de materiais de atendimento inclui lâminas ilustradas e didáticas que explicam diversos temas de nutrição de forma clara e atraente. Com esses materiais, você pode:</p>
<ul>
<li><strong>Enriquecer suas consultas:</strong> Ofereça informações detalhadas e visuais que ajudam os pacientes a entender melhor as recomendações.</li>
<li><strong>Diferenciar-se no mercado:</strong> Utilize materiais exclusivos que tornam suas consultas únicas e atraem mais pacientes.</li>
<li><strong>Aumentar o engajamento dos pacientes:</strong> Materiais visualmente atraentes mantêm os pacientes mais comprometidos com o tratamento.</li>
<li><strong>Justificar um valor mais alto para as consultas:</strong> Com o valor agregado dos materiais, você pode ajustar o preço das consultas, aumentando seu faturamento.<a href="https://edzz.la/DJNC9?a=85563179&amp;utm_source=5maneiras_blog&amp;utm_medium=5maneiras_blog&amp;utm_content=5maneiras_blog&amp;utm_campaign=5maneiras_blog&amp;redirecionar=S" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3733" src="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris-300x94.png" alt="" width="434" height="136" srcset="https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris-300x94.png 300w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris-768x242.png 768w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris-600x189.png 600w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris-750x236.png 750w, https://institutocafeina.com/site/wp-content/uploads/2024/07/guia-par-nutris.png 1024w" sizes="(max-width: 434px) 100vw, 434px" /></a></li>
</ul>
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		<title>Rabdomiólise, nutricionista explica como prevenir essa condição</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/nutricionista-prevenir-rabdomiolise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 13:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[corrida de rua]]></category>
		<category><![CDATA[exercício]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hoje, conversamos com a Nutricionista Caroline Cruz sobre os perigos da rabdomiólise, uma condição grave que pode afetar atletas e praticantes de atividade física. Caroline faz um alerta importante e dá dicas valiosas de como prevenir essa lesão muscular através de um ajuste nutricional adequado.</em></p>
<p><strong>Pergunta:</strong> Caroline, o que é rabdomiólise e por que devemos nos preocupar com ela?</p>
<blockquote><p>A rabdomiólise é uma condição caracterizada pela destruição das fibras musculares, liberando seus conteúdos, como mioglobina, na corrente sanguínea. Isso pode levar a dor muscular intensa, urina escura e sintomas como febre, náuseas e vômitos. Em casos graves, pode até levar à insuficiência renal e à morte. Portanto, é fundamental prevenir essa condição, especialmente em atletas que estão mais sujeitos a exercícios intensos.</p></blockquote>
<h4>Aspectos Nutricionais na Prevenção da Rabdomiólise</h4>
<blockquote><p>A hidratação, a quantidade adequada de minerais como sódio, potássio e magnésio, e o ajuste calórico de nutrientes são essenciais na prevenção da rabdomiólise. A célula muscular depende tanto da água quanto desses minerais para manter a quantidade de glicose necessária para o funcionamento durante a atividade física. A falta de reposição desses nutrientes pode levar à fadiga muscular e, eventualmente, à lesão.</p></blockquote>
<p><strong>Como deve ser feita essa reposição durante a atividade física?</strong></p>
<blockquote><p>Durante a atividade física, a ingestão de líquidos deve ser constante. Recomendo um volume de 200 ml a cada 15 a 20 minutos de exercício. É importante que esses líquidos contenham eletrólitos como sódio, potássio e magnésio, pois eles ajudam a evitar cãibras e fadiga muscular. Utilizar repositores com esses minerais é crucial para manter o equilíbrio eletrolítico e o desempenho muscular.</p></blockquote>
<h4>Ajuste Calórico e Macronutrientes</h4>
<blockquote><p>Além da hidratação, o ajuste calórico e de macronutrientes como proteína e carboidrato é vital. Estar em déficit calórico constante aumenta a chance de lesões musculares, pois o corpo precisa de energia e nutrientes para recuperação muscular. A falta desses nutrientes pode causar a liberação de radicais oxidativos que danificam as fibras musculares, liberando enzimas sinalizadoras de lesão no organismo.</p></blockquote>
<p><strong>Quais são os sinais de que um atleta pode estar em risco de desenvolver rabdomiólise?</strong></p>
<blockquote><p>Os sinais incluem dores musculares intensas, urina de cor escura, fraqueza, febre, náuseas e vômitos. Atletas que não fazem a reposição adequada de líquidos e nutrientes, ou que estão constantemente em déficit calórico, estão em maior risco. É importante ficar atento a esses sinais e procurar orientação médica se necessário.</p></blockquote>
<p><strong>Qual é a mensagem final que você gostaria de deixar para nossos leitores?</strong></p>
<blockquote><p>A prevenção é sempre o melhor caminho. Manter uma boa hidratação, ajustar a ingestão de eletrólitos e garantir uma <a href="https://institutocafeina.com/site/comer-dormindo-disturbio-de-sono/">dieta</a> balanceada rica em macronutrientes são medidas essenciais para evitar a rabdomiólise. Cuidar da alimentação e da hidratação não só melhora o desempenho, mas também protege a saúde a longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Para mais informações: Nutricionista Caroline Cruz (<a href="https://www.instagram.com/carolcruznutri?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>)</p>
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		<title>Comer dormindo: Um distúrbio de sono devastador e silencioso</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/comer-dormindo-disturbio-de-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 14:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[aliemntação]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Comer dormindo: Entendendo o Transtorno</h4>
<p>No estado misto de sono e vigília que caracteriza a alimentação durante o sono, o &#8220;cérebro antigo&#8221; assume o controle, buscando alimentos que possam satisfazer a necessidade de gratificação do corpo. Isso leva à preferência por alimentos ultraprocessados, como doces, biscoitos, bolos, donuts, salgadinhos e bolachas, conforme explica Schenck.</p>
<h4>O Caso de Jill</h4>
<p>Jill começou a comer dormindo ainda no ensino fundamental. Todas as noites, ela levava comida para a cama e, pela manhã, encontrava embalagens vazias ao seu redor. Jill, agora com 62 anos, descreve: “Eu acordava com esses recipientes ou embalagens de uma caixa inteira de biscoitos na minha cama ou ao lado da minha cama”. Ela destaca que a condição não se trata apenas de levantar para fazer um lanche, mas de consumir grandes quantidades de alimentos repetidamente durante a noite.</p>
<h4>Transtorno Alimentar Relacionado ao Sono</h4>
<p>Este transtorno é uma parassonia, um comportamento anormal ou incomum durante o sono, semelhante ao sonambulismo, falar dormindo, terrores noturnos e sexônia. De todas as parassonias, a alimentação durante o sono é a mais desafiadora de tratar, com uma taxa de sucesso de apenas dois terços, enquanto outros transtornos, como a sexônia e o sonambulismo, têm taxas de sucesso superiores a 75%.</p>
<h4>Dificuldades no Tratamento</h4>
<p>Schenck comenta: “Você pode ter alguém que é sonâmbulo há muitos anos, mas quando ele começa a comer durante a noite, em pouco tempo, comer se torna o único comportamento sonâmbulo”. A alimentação durante o sono se torna irresistível para muitos, sendo preferida a atividades como reorganizar móveis ou simplesmente andar pela casa.</p>
<h4>Desafios na Compreensão Médica</h4>
<p>Casada aos 20 e poucos anos, Jill continuou a comer na cama à noite ao lado do marido, que, felizmente, tinha o sono pesado. Ele, no entanto, não entendia a situação, achando que Jill estava agindo de forma irracional. Após anos de visitas médicas sem respostas, Jill encontrou o centro de tratamento de Schenck em Minneapolis. Lá, descobriu que tinha síndrome das pernas inquietas, um distúrbio neurológico que provoca sensações desagradáveis nas pernas e uma vontade irresistível de movê-las, geralmente durante a noite.</p>
<h4>Causas da Alimentação Durante o Sono</h4>
<p>A síndrome das pernas inquietas é uma das quatro causas potenciais do comer dormindo, junto com sonambulismo, apneia do sono e certos medicamentos para insônia. Schenck explica: “Todas essas podem ser as causas finais do transtorno alimentar relacionado ao sono, e é por isso que, na <a href="https://institutocafeina.com/site/remedios-farmacia-popular/">medicina</a>, chamamos isso de transtorno do caminho comum final”.</p>
<h4>Fatores de Risco</h4>
<p>Outros fatores de risco incluem histórico familiar de transtornos alimentares e o sexo da pessoa, com a alimentação relacionada ao sono sendo predominantemente feminina. Schenck sugere que a ênfase da sociedade em dietas pode contribuir, levando à alimentação durante o sono quando calorias não são ingeridas adequadamente durante o dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referência:</strong></p>
<ul>
<li>CNN. (2024). &#8220;When your brain can&#8217;t control your eating: Sleep-related eating disorder.&#8221; Disponível em: <a href="https://edition.cnn.com/2024/07/08/health/sleep-eating-disorder-wellness/index.html" target="_new" rel="noreferrer noopener">CNN Health</a></li>
</ul>
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		<title>Atualizações na Diretriz Manejo da Hiperglicemia Hospitalar em Pacientes Não Críticos</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/diretriz-hiperglicemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 12:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, a Diretriz Brasileira sobre Manejo da Hiperglicemia Hospitalar em Pacientes Não Críticos foi atualizada, trazendo importantes mudanças que impactam ... <a class="cz_readmore" href="https://institutocafeina.com/site/diretriz-hiperglicemia/"><i class="fa fa-sign-out" aria-hidden="true"></i><span>Read More</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a Diretriz Brasileira sobre Manejo da Hiperglicemia Hospitalar em Pacientes Não Críticos foi atualizada, trazendo importantes mudanças que impactam a prática clínica. Neste post, vamos destacar as principais novidades e como elas podem influenciar o cuidado dos pacientes internados.</p>
<h4>Nova Definição de Hiperglicemia Hospitalar</h4>
<p>Uma das mudanças mais significativas é a redefinição do conceito de hiperglicemia hospitalar. Anteriormente, o ponto de corte era de 140 mg/dL de glicemia. Com a atualização, o novo ponto de corte passa a ser 180 mg/dL. Esse valor é agora a referência a partir da qual se deve monitorar os pacientes internados e considerar o tratamento farmacológico, especialmente em casos de hiperglicemia persistente.</p>
<h4>Metas Glicêmicas Atualizadas</h4>
<p>A diretriz também revisou as metas glicêmicas recomendadas. Agora, a meta é manter a glicemia entre 100 e 180 mg/dL, alinhando-se à recomendação da Endocrine Society de 2022. Esta mudança visa otimizar o controle glicêmico e reduzir os riscos associados à hiperglicemia em pacientes hospitalizados.</p>
<h4>Uso de Terapia Antidiabética Não Insulínica</h4>
<p>Outra novidade importante diz respeito ao uso de terapias antidiabéticas não insulínicas em ambiente hospitalar:</p>
<ul>
<li><strong>Metformina</strong>: A diretriz agora considera o uso de metformina em pacientes internados que tenham superado a fase aguda da doença, desde que sua taxa de filtração glomerular seja maior que 30 ml/min e não haja previsão de realização de exames contrastados.</li>
<li><strong>Inibidores de SGLT2</strong>: Estes medicamentos podem ser mantidos em pacientes com insuficiência cardíaca, mas com a recomendação de monitorar corpos cetônicos para prevenir cetoacidose diabética.</li>
</ul>
<p>Essas atualizações refletem um avanço na abordagem do manejo da hiperglicemia hospitalar, com um foco maior na individualização do tratamento e na segurança dos pacientes.</p>
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		<title>Pesquisadora Identifica 6 Tipos Diferentes de Depressão</title>
		<link>https://institutocafeina.com/site/pesquisadora-identifica-6-tipos-diferentes-de-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Cafeína]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 13:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um futuro não tão distante, a avaliação da depressão poderá incluir um rápido exame cerebral para identificar o melhor ... <a class="cz_readmore" href="https://institutocafeina.com/site/pesquisadora-identifica-6-tipos-diferentes-de-depressao/"><i class="fa fa-sign-out" aria-hidden="true"></i><span>Read More</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um futuro não tão distante, a avaliação da depressão poderá incluir um rápido exame cerebral para identificar o melhor tratamento.</p>
<p>A combinação de imagens cerebrais com aprendizado de máquina pode revelar subtipos de depressão e ansiedade, segundo um novo estudo liderado por pesquisadores da Stanford Medicine. O estudo, publicado em 17 de junho na revista Nature Medicine, classifica a depressão em seis subtipos biológicos, ou &#8220;biotipos&#8221;, e identifica tratamentos mais ou menos eficazes para três desses subtipos.</p>
<p>Métodos melhores para combinar pacientes com tratamentos são urgentemente necessários, disse a autora sênior do estudo, Leanne Williams, PhD, professora de psiquiatria e ciências comportamentais e diretora do Centro de Saúde Mental e Bem-Estar de Precisão da Stanford Medicine. Williams, que perdeu seu parceiro para a depressão em 2015, foca seu trabalho na psiquiatria de precisão.</p>
<p>Cerca de 30% das pessoas com depressão têm o que é conhecido como depressão resistente ao tratamento, ou seja, múltiplos tipos de medicação ou terapia falharam em melhorar seus sintomas. E para até dois terços das pessoas com depressão, o tratamento não consegue reverter totalmente os sintomas para níveis saudáveis.</p>
<p>Isso acontece, em parte, porque não há uma boa maneira de saber qual antidepressivo ou tipo de terapia pode ajudar um paciente específico. Os medicamentos são prescritos por tentativa e erro, podendo levar meses ou anos para encontrar um medicamento eficaz — se isso acontecer. Passar tanto tempo tentando tratamento após tratamento, sem alívio, pode agravar os sintomas da depressão.</p>
<p>&#8220;O objetivo do nosso trabalho é descobrir como acertar na primeira tentativa&#8221;, disse Williams. &#8220;É muito frustrante estar na área da depressão e não ter uma alternativa melhor a essa abordagem única para todos.&#8221;</p>
<h3 style="text-align: left;">Os biótipos preveem a resposta ao tratamento</h3>
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<p>Para entender melhor a biologia subjacente à depressão e ansiedade, Williams e seus colegas avaliaram 801 participantes previamente diagnosticados com essas condições usando ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a atividade cerebral.</p>
<p>Eles escanearam os cérebros dos voluntários em repouso e durante tarefas projetadas para testar o funcionamento cognitivo e emocional. Os cientistas focaram em regiões do cérebro e nas conexões entre elas, conhecidas por desempenhar um papel na depressão.</p>
<p>Usando uma abordagem de aprendizado de máquina chamada análise de cluster, eles agruparam as imagens cerebrais dos pacientes e identificaram seis padrões distintos de atividade nas regiões cerebrais estudadas</p>
<h3 style="text-align: left;">Designação de Tratamentos com Base em Subtipos Biológicos</h3>
<p>Os cientistas designaram aleatoriamente 250 participantes para receber um dos três antidepressivos comumente usados ou terapia comportamental. Pacientes com um subtipo caracterizado por hiperatividade em regiões cognitivas do cérebro responderam melhor ao antidepressivo venlafaxina (Effexor) em comparação com outros biótipos.</p>
<p>Aqueles com outro subtipo, com alta atividade em três regiões associadas à depressão e resolução de problemas em repouso, tiveram melhor alívio dos sintomas com terapia comportamental. E aqueles com um terceiro subtipo, com baixa atividade em repouso no circuito cerebral que controla a atenção, eram menos propensos a ver melhora com terapia de conversação.</p>
<h3 style="text-align: left;">Relacionamento entre Biótipos e Terapia Comportamental</h3>
<p>Os biótipos e suas respostas à terapia comportamental fazem sentido com base no conhecimento sobre essas regiões do cérebro, disse Jun Ma, MD, PhD, professor de <a href="https://institutocafeina.com/site/remedios-farmacia-popular/">medicina</a> na Universidade de Illinois, Chicago, e um dos autores do estudo. A terapia utilizada ensina habilidades para lidar melhor com problemas diários, então altos níveis de atividade nessas regiões podem permitir que pacientes com esse biótipo adotem mais prontamente novas habilidades.</p>
<p>Para pacientes com menor atividade na região associada à atenção, Ma sugere que tratamento farmacêutico que aumente essa atividade pode ajudar esses pacientes a obter mais benefícios com a psicoterapia.</p>
<h3 style="text-align: left;">Abordagem Personalizada para Saúde Mental</h3>
<p>“Até onde sabemos, esta é a primeira vez que conseguimos demonstrar que a depressão pode ser explicada por diferentes perturbações no funcionamento do cérebro”, disse Williams. “Em essência, é uma demonstração de uma abordagem de medicina personalizada para a saúde mental baseada em medidas objetivas da função cerebral.”</p>
<p><span class="datePublished">17 de junho de 2024</span> &#8211; Por Rachel Tompa</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://med.stanford.edu/news/all-news/2024/06/depression-biotypes/_jcr_content/main/image_0.img.320.high.jpg/Leanne-Williams-headshot.jpg" alt="Leanne Williams" width="124" height="158" /></p>
<p><span style="font-size: 12px;">Rachel Tompa &#8211; Standford Medicine</span></p>
</div>
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