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Parte I · A consulta ginecológicaRoteiro completo com identificação, queixa principal nas palavras da paciente, história ginecológica (menarca, ciclo, DUM, sexarca, contracepção), dispareunia superficial e profunda, rastreios prévios, história obstétrica pela sigla GPAC, antecedentes, hábitos, saúde mental e violência, e história familiar de câncer e trombose.
Exame das mamas na ordem inspeção estática, dinâmica, palpação e complexo aréolo-mamilar, com sinais de malignidade; exame do abdome; exame ginecológico com posicionamento, inspeção vulvar, especular com técnica de introdução do espéculo, coleta da citologia, toque bimanual e toque retal quando indicado.
A diretriz clássica da citologia 2016 e a atualização MS 2025 com o teste de DNA-HPV como exame principal. Como ler o laudo (ASC-US, ASC-H, LSIL, HSIL, AGC), condutas por faixa etária, o que fazer com resultado positivo (HPV 16/18 vai direto pra colposcopia), depois de tratar a lesão e situações especiais (gestante, HIV, histerectomia). Vacina no SUS.
A mamografia como único exame com redução comprovada de mortalidade, quem começa, quando repete, alto risco (BRCA e história familiar), como ler o BI-RADS 0 a 6, achados de bordas, calcificações e assimetrias, ultrassom complementar em mama densa e o autoexame como conscientização.
A classificação PALM-COEIN da FIGO por dentro: pólipo, adenomiose, leiomioma, malignidade (P-A-L-M) mais coagulopatia, ovulatório, endometrial, iatrogênico e não classificado (C-O-E-I-N). Miomas por localização de Munro, quando pensar em cada causa e o passo a passo da investigação.
Sangramento agudo com repercussão hemodinâmica (dose de estrogênio, ácido tranexâmico, curetagem), sangramento crônico com AINE, ácido tranexâmico, ACO, SIU-LNG e progestágenos cíclicos, tratamento por causa (pólipo, mioma, adenomiose) e quando pedir biópsia e histeroscopia.
Conceitos que as bancas trocam (climatério, menopausa, perimenopausa), insuficiência ovariana prematura e como investigar, sintomas vasomotores, síndrome geniturinária da menopausa, impacto ósseo com osteoporose e o T-score que classifica, quando pedir densitometria, FRAX e a prevenção óssea que vale pra todas.
As três indicações que justificam, a janela de oportunidade (menos de 60 anos e menos de 10 de menopausa), estrogênio isolado só sem útero, combinado no útero preservado, vias oral, transdérmica e vaginal, contraindicações absolutas, tempo de tratamento e como suspender.
Candidíase (aspecto, critérios, tratamento tópico e oral, candidíase de repetição), vaginose bacteriana (critérios de Amsel, whiff test, metronidazol), tricomoníase (tratamento do casal), diagnóstico diferencial pela cor, cheiro e pH do corrimento e quando pensar em causas não infecciosas.
Os critérios do CDC (mínimos, adicionais e definitivos), etiologia por gonococo e clamídia, DIP leve com tratamento ambulatorial e DIP moderada a grave com internação, quando drenar abscesso tubo-ovariano e as sequelas de infertilidade e dor pélvica crônica.
Os critérios de elegibilidade da OMS nas 4 categorias, o combinado (oral, injetável mensal, anel, adesivo) com o cat. 4 pra decorar, o que fazer quando esqueceu a pílula, progestágeno isolado (minipílula, DMPA, implante, SIU-LNG), DIU de cobre, injetáveis e o resumo dos métodos pelo índice de Pearl.
Contracepção de emergência (levonorgestrel, ulipristal, DIU de cobre), janela de eficácia, escolha por peso e tempo desde a relação, laqueadura e vasectomia pela Lei 14.443/2022 (autonomia individual, prazo de 60 dias, cirurgia no parto e no aborto).
Diferença entre primária e secundária, causas anatômicas (Rokitansky), gonadais (Turner, disgenesia), hipotálamo-hipofisárias e periféricas, investigação por FSH, LH, estradiol, prolactina, TSH, teste da progesterona e do estrogênio, e a conduta por causa.
Critério de Rotterdam vigente (2 de 3), corte ecográfico novo de ≥20 folículos, os quatro fenótipos A, B, C, D, os imitadores obrigatórios pra descartar (HAC não clássica, hiperprolactinemia, disfunção tireoidiana, Cushing), tratamento em 4 passos com letrozol na indução e o cuidado com endométrio na anovulação crônica.



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Sim. O rastreio do câncer de colo já vem na diretriz DNA-HPV do MS de 2025, a contracepção segue os critérios de elegibilidade 1 a 4 da OMS e o sangramento uterino anormal usa a classificação PALM-COEIN da FIGO. Rotterdam pra SOP com o corte ecográfico novo de ≥20 folículos.
Sim. O caderno traz a anamnese ginecológica na ordem que a prova avalia, o exame físico completo (mamas, abdome e pelve) e as tabelas de conduta que caem em prova de residência de ginecologia e obstetrícia.
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