Caderno de Bolso de Antibioticoterapia na Prática | Instituto Cafeína
OFERTA DE LANÇAMENTO 050000 GARANTIR AGORA
Caderno de Bolso · Instituto Cafeína

Caderno de Bolso de Antibioticoterapia na Prática Plantão Enfermaria Consultório UTI

Do foco infeccioso à dose, sem rodeio. Antibiótico se escolhe pelo foco, não pela droga, e esse caderninho começa onde a consulta começa: no sítio da infecção.

Caderno de Bolso de Antibioticoterapia na Prática, versão impressa
As 5 perguntas que definem se e qual antibiótico entrar O germe provável de cada foco, da garganta à sepse Ficha de cada classe: espectro, dose e ajuste renal Quando é bactericida obrigatório e quando descalonar Cabe no bolso do seu jaleco
Garantia incondicional de 7 dias
Escolher pelo foco As cinco perguntas na ordem (bacteriana? foco? germe? gravidade? cultura?), os cinco alvos que só a bactéria tem e o Gram que separa estafilo de estrepto.
Foco por foco Da faringite à sepse: o gatilho que autoriza tratar (Centor, CURB-65, qSOFA), o germe provável e o esquema empírico com dose e via.
Ficha de cada classe Da penicilina G à polimixina: espectro, dose no adulto e na criança, ajuste por clearance, o que monitorar e o "não erre" de cada droga.
Dose e casos especiais Cockcroft-Gault e diálise, dose pediátrica por peso, o que troca na gestação e na lactação e a "alergia à penicilina" que não é alergia.

Você sabe a teoria. Mas e na hora de prescrever?

Marque as situações que você já viveu:

  • Febre sem foco definido e você já ia começando um antibiótico de largo espectro no susto
  • Faringite com placa na garganta e você em dúvida se aquilo pedia amoxicilina ou era só viral
  • Cultura voltou com um germe multirresistente e você não sabia qual droga ainda cobria
  • Paciente relatou "alergia a penicilina" e você trocou por um esquema muito mais largo sem checar
  • Precisou ajustar a dose num paciente com clearance baixo e não lembrava o esquema de cabeça
  • Esquema empírico largo há três dias e ninguém tinha descalonado depois do resultado da cultura

Esse caderno de bolso é para você.

Garantia incondicional de 7 dias

Do foco à dose na ordem em que a decisão acontece

Antibiótico se escolhe pelo foco, não pela droga. Esse caderno começa onde a consulta começa, no sítio da infecção, e só depois chega ao nome do antimicrobiano. Ele percorre foco por foco, traz a ficha de cada classe e fecha com dose, ajuste renal, criança e gestante.
O que você encontra em cada foco
Sempre nessa mesma ordem, do sinal que autoriza à conduta.
1
O sinal que autoriza o antibiótico
O gatilho que separa tratar de só observar: o Centor na garganta, o abaulamento na otite, os 10 dias na sinusite
2
O germe provável
A flora de cada sítio, que é o que sustenta a escolha empírica antes de qualquer cultura
3
O esquema empírico
A droga, a dose e a via, no adulto e na criança, com a primeira escolha e a alternativa de alergia
4
A duração e o descalonamento
Quantos dias tratar e quando trocar o esquema largo por um estreito depois da cultura
5
Quando encaminhar
O que sai do consultório ou da enfermaria e vira pronto-socorro, cirurgia ou especialista no mesmo dia
Página da ficha da ampicilina
A ficha pronta de cada antibiótico
Cada droga no mesmo molde: o que cobre, dose no adulto e na criança, ajuste por clearance, o que monitorar e o "não erre". Você abre a vancomicina e já vê o alvo de vale de 15 a 20, o rubor da infusão que não é alergia e o ataque que não se ajusta. Da penicilina G à piperacilina-tazobactam.
Página da escada das cefalosporinas
O espectro de cada classe numa escada
Sobe a geração e troca a cobertura: ganha gram-negativo, perde gram-positivo, até a 5ª voltar e pegar o MRSA. E as duas ausências que valem pra classe inteira: enterococo e Listeria não entram em nenhuma cefalosporina. A mesma escada nas penicilinas, da penicilina G ao pip-tazo.
Página do MSSA e MRSA
O que muda quando é resistente
O MRSA que trocou a fechadura (o PBP2a) e nenhuma penicilina entra, a porina que se fecha e barra o gram-negativo, a ESBL que o inibidor devolve e a carbapenemase que já exige a reserva. Cada mecanismo com a droga que ainda funciona: quando cai pra vancomicina, quando entra o carbapenêmico e quando sobra só a polimixina.
Garantia incondicional de 7 dias

Tenha sempre em mãos o Caderno de Bolso de Antibioticoterapia na Prática: você consulta na hora que precisa e prescreve com mais segurança em cada conduta. Acredite.

O que nossos leitores
estão falando.

183 avaliações verificadas no Google.

4.9
183 avaliações
Avaliações do Google

Esta é a divisão dos conteúdos que você vai encontrar no caderninho

Clique em cada capítulo para ver os tópicos abordados.

Parte I · O essencial

As cinco perguntas que toda prescrição responde, sempre na mesma ordem (é bacteriana? qual o foco? qual o germe provável? qual a gravidade? colheu cultura?), os cinco alvos que a bactéria tem e nós não, a diferença entre bactericida e bacteriostático e os quatro quadros que exigem bactericida obrigatório.

Como a resistência nasce (a porina que se fecha, a betalactamase, a fechadura trocada do MRSA), por que cada uso banalizado hoje é uma opção a menos amanhã, o descalonamento depois da cultura e a lógica de reservar as drogas de última linha.

Parte II · Foco por foco

Faringoamigdalite, otite média e rinossinusite: o escore de Centor pra decidir a garganta, o abaulamento que autoriza o antibiótico na otite, a regra dos 10 dias na sinusite e por que a amoxicilina segue em primeiro lugar.

Pneumonia da comunidade: o CURB-65 que decide onde tratar, o pneumococo e os atípicos que o esquema empírico precisa cobrir, e a diferença entre a escolha ambulatorial e a hospitalar.

Impetigo, erisipela, celulite, abscesso, mordedura e fasciíte: as perguntas que resolvem (tem pus? tem sinal sistêmico?), a drenagem como tratamento, quando cobrir MRSA comunitário e o pip-tazo com clindamicina na fasciíte.

Osteomielite, artrite séptica e pé diabético: por que o tratamento se conta em semanas, quando vira urgência de drenagem e por que coleção fechada e osso morto não respondem a esquema nenhum.

Cistite não complicada, pielonefrite, ITU de repetição e profilaxia: as duas perguntas que ordenam (tem sintoma? tem febre ou dor lombar?), a bacteriúria assintomática que não se trata e por que nitrofurantoína e fosfomicina não servem pro rim.

Diarreia aguda, apendicite, diverticulite, colangite, peritonite bacteriana espontânea e colite por C. difficile: por que no abdome cirúrgico o antibiótico acompanha o controle do foco e nunca o substitui.

Corrimento (vaginose, candidíase, tricomoníase), DIP, uretrite e cervicite, sífilis: o pH e o teste das aminas que decidem em trinta segundos, os três critérios mínimos que autorizam tratar a DIP e a notificação como parte do tratamento.

Meningite bacteriana: a primeira dose na primeira hora, quando a tomografia vem antes da punção, a dexametasona junto ou antes do antibiótico e o esquema empírico por idade.

Reconhecer a sepse pela disfunção orgânica, o qSOFA de beira de leito, a bacteremia por S. aureus e a endocardite que se tratam em semanas, e por que cada hora perdida soma mortalidade.

Parte III · Fichas de cada classe

A escada do espectro da penicilina G à piperacilina-tazobactam, o papel dos inibidores de betalactamase (clavulanato, sulbactam, tazobactam) e a ficha de cada uma com espectro, dose no adulto e na criança, ajuste renal e o "não erre".

A escada das gerações (o que cada uma ganha e perde de cobertura), as duas ausências da classe inteira (enterococo e Listeria), a quinta geração que cobre MRSA e os carbapenêmicos.

Vancomicina, teicoplanina, daptomicina, linezolida e clindamicina: quando entram (resistente à oxacilina ou alérgico), o MRSA sítio por sítio e por que daptomicina não vale nada no pulmão.

A dose única diária do aminoglicosídeo que protege o rim, o lugar cada vez mais estreito da quinolona por resistência e efeitos, e por que o macrolídeo já não segura o pneumococo sozinho.

Sulfametoxazol-trimetoprim, metronidazol, doxiciclina, nitrofurantoína e fosfomicina, mais as drogas de reserva (polimixina, tigeciclina, ceftazidima-avibactam) e os três critérios que liberam a última linha.

Parte IV · Dose e casos especiais

A droga em concentração tecidual antes da incisão, a cefazolina como base, a dose única que resolve, quando redosar e a lista atual (bem mais curta) de indicações da profilaxia de endocardite.

O cálculo do clearance por Cockcroft-Gault, por que a dose de ataque não se ajusta e a manutenção sim, e como dosar na hemodiálise (depois da sessão, nunca antes).

As doses por peso dos principais antibióticos, os tetos por dose, os ajustes que mudam na criança e as particularidades do recém-nascido e do lactente.

O que pode e o que é proibido na gestante e na lactante, as trocas seguras por trimestre, e como conduzir a alergia à penicilina (o exantema que não é alergia, a reação cruzada real e quando dessensibilizar).

Garanta seu Caderno de Bolso de Antibioticoterapia na Prática

Capa do e-book digital
E-book Digital
  • Acesso imediato ao caderninho
  • Versão em PDF de alta resolução
  • Leia no celular, tablet ou computador
  • Acesso vitalício ao conteúdo
  • Como escolher o antibiótico pelo foco, foco por foco
  • Ficha de cada classe com dose no adulto e na criança, ajuste renal e o que monitorar
  • Garantia de 7 dias
R$ 29,90
Pagamento único · acesso imediato
QUERO GARANTIR MEU CADERNINHO
Garantia incondicional de 7 dias
Acesso imediato
Caderno de bolso de antibioticoterapia versão impressa
Caderno Físico
  • Formato de bolso
  • Capa resistente para o dia a dia
  • Ideal para levar no bolso do jaleco
  • Impressão colorida de alta qualidade
  • Entrega para todo o Brasil
  • Garantia de 7 dias
R$ 97,00
Entrega em até 21 dias úteis
QUERO GARANTIR MEU CADERNINHO IMPRESSO
Garantia incondicional de 7 dias
Formato de bolso, pronto pra consulta
Selo de garantia de 7 dias

Garantia de 7 dias

Se em até 7 dias você sentir que o material não te ajudou, devolvemos 100% do seu investimento. Sem burocracia.

Perguntas frequentes

Você escolhe a versão que preferir: o e-book em PDF, com acesso imediato, ou o caderno físico impresso, no formato de bolso. Os dois trazem o mesmo conteúdo completo.

Sim. As condutas seguem as diretrizes vigentes de antibioticoterapia, com o perfil de resistência brasileiro, os escores de decisão (Centor, CURB-65, qSOFA) e os ajustes de dose atualizados.

Serve pros dois. É consulta rápida no plantão, na enfermaria, no consultório e na UTI, e ao mesmo tempo organiza o raciocínio de escolha do antibiótico pra quem está estudando pra prova.

O prazo varia de acordo com a região do Brasil, em até 21 dias úteis. O frete é calculado no checkout.

Para estudantes de medicina no internato, internos, residentes, plantonistas, clínicos, cirurgiões, enfermeiros e farmacêuticos que prescrevem ou acompanham antibioticoterapia.

Você tem 7 dias após a compra para avaliar o material. Se não for para você, devolvemos 100% do valor pago, sem burocracia.